Hoje tem início o Congresso Paulo Freire e Vigotski

08/11/2021 09:05

Hoje se iniciam os trabalhos do CONGRESSO INTERNACIONAL FREIRE E VIGOTSKI: Educação Pública Emancipatória. Serão várias conferências, simpósios, sessões temáticas, lançamento de livros e muitos debates das obras dos dois autores. O evento é online e gratuito. Acessem o site do Congresso para consultar a programação e inscrever-se.

https://congressofreirevigotski2021.ufsc.br/

 

e-book “Psicologia Escolar e Educacional na Contemporaneidade”

18/10/2021 10:19

Divulgamos a publicação do livro “Psicologia Escolar e Educacional na Contemporaneidade”, fruto do Projeto de Extensão “Formação Continuada de Profissionais que atuam em Contextos Educativos e de Escolarização em Santa Catarina”.

Trata-se do caderno pedagógico da “Formação Continuada: Psicologia Escolar  e Educacional na Contemporaneidade” que está em curso, formando 60 profissionais da psicologia que atuam em contextos educativos e de escolarização em Santa Catarina, mas também de outros estados brasileiros.

O e-book é de acesso livre e gratuito, e conta com 7 capítulos que abordam os seguintes conteúdos: psicologia e interseccionalidade; psicologia escolar crítica e atuação não medicalizante; o lugar do território na atuação da psicologia escolar; relações étnico-raciais, relações de gênero e sexualidades, estudos sobre deficiência, mídia e contextos educativos.

Acesse e compartilhe: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/229002

“O material que você está prestes a entrar em contato foi produzido por muitas e diferentes mãos! As autoras ocupam diferentes lugares de fala, diferentes trajetórias de vida e contribuições teóricas regadas de afeto e compromisso ético e político frente às problemáticas da Psicologia Escolar e Educacional. A equipe que pôs a mão na massa foi composta – além das autoras – por covisoras e coordenadoras: ambas tiveram como objetivo acompanhar as escritas de modo a alinhar o texto sem perder de vista a sua riqueza e diversidade. Foi um trabalho potente e enriquecedor que demonstrou a importância do debate em Psicologia, de modo crítico e comprometido, com os atravessamentos interseccionais nos processos educacionais”

(Souza & Viana, 2021, p. 7).

 

Tags: formação continuadainterseccionalidadepsicologia escolar

#Ficaadica: Congresso Internacional Freire e Vigotski

13/09/2021 15:49

Estão abertas as inscrições para o CONGRESSO INTERNACIONAL FREIRE E VIGOTSKI: Educação Pública Emancipatória, em comemoração aos 100 anos do nascimento de Paulo Freire e 125 anos do nascimento de Lev Vigotski. As inscrições para apresentação de trabalhos nas modalidades de Comunicação Oral, Simpósio de Grupos de Pesquisa, Relatos de Experiência e Rodas de Conversa vão até o dia 30/9. O evento é gratuito e ocorrerá de forma remota entre os dias 08 a 12 de novembro de 2021.

Maiores informações acesse: https://congressofreirevigotski2021.ufsc.br

 

Caleidoscópio Psi | Psicologia Educacional e Interseccionalidade

30/08/2021 08:42

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Neste vídeo do Caleidoscópio Psi foi abordada a Psicologia Educacional e Interseccionalidade. Você já ouviu falar da Psicologia Educacional? Sabe qual o papel dela nos contextos educacionais? Qual a sua relação com a Interseccionalidade?

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Confere o conteúdo no nosso canal do YouTube para saber mais sobre o assunto.

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Desenvolvimento do papel de estudante universitário em tempos de pandemia e ensino remoto emergencial na UFSC

23/08/2021 08:10

Beatriz Daltoé Bristot Borges e Luísa Costa Miguel [1]

 

Com base em uma psicologia escolar e educacional de base fenomenológica e materialista histórica, temos desenvolvido projetos de intervenção em grupos com estudantes universitários da UFSC. A perspectiva que anima nossas ações preconiza que o desenvolvimento do papel de estudante universitário não depende unicamente do sujeito e de suas escolhas, mas da articulação entre pessoas, objetivos e visões de mundo em uma dada materialidade espaço-temporal.

As relações interpessoais, com objetos, conhecimentos e saberes, as experiências proporcionadas pelas vivências possíveis no espaço universitário, como atividades políticas, culturais, físicas e de lazer, configuram-se enquanto oportunidades de aprendizagem que mediam o desenvolvimento das funções psicológicas superiores dos jovens e adultos universitários. Muitos deles, recém saídos da escola e possivelmente da casa dos pais, além de integrar-se ao ambiente acadêmico, precisam aprender novas tarefas e desenvolver habilidades coerentes com este novo ciclo de desenvolvimento humano. São muitas as expectativas sobre o futuro e o que será vivenciado, as quais influenciam, inclusive, o grau de satisfação com a vivência do papel de estudante do ensino superior.

Do mesmo modo, entendemos que fatores institucionais, práticas pedagógicas, a organização curricular, o material de apoio, a competência dos docentes e sua preparação científica e pedagógica têm fundamental importância na trajetória acadêmica. Coulon (2017) nos chama a atenção para o cuidado de não negligenciar o contexto material no qual se desenvolve este papel, pois seu sucesso não depende apenas de um humanismo simpático. O ser e estar universitário demandam uma adaptação a própria cultura e dinâmica deste ambiente, cujo processo de filiação, de acordo com este mesmo autor envolve

“[…] conhecer detalhadamente todas as sutilezas das relações sociais, é compartilhar as evidências do mundo em que se vive, é dominar e compartilhar de maneira ativa a linguagem natural e comum do grupo em que se vive. Não se trata apenas do idioma que se fala, ainda que, evidentemente, ele seja essencial: todo conhecimento da linguagem social é necessário a esse membro do grupo.”

            Devido à necessidade de mantermos distanciamento social para conter o avanço das contaminações, hospitalizações e morte por COVID-19, os três últimos semestres têm sido desenvolvidos sem contato com o contexto material da formação. As aulas continuaram acontecendo, sem encontros presenciais nas salas, corredores, praças, biblioteca, RU. As “fases do curso” foram sendo vencidas, e os calouros de 2020.2 e de 2021 até agora não frequentaram o campus e não conheceram colegas, professores ou técnicos cuja mediação sustentou o desenvolvimento deste papel.

Nos encontros com grupos de estudantes universitários que coordenamos, tem sido possível observar que esta realidade vem afetando de maneira significativa a capacidade e a motivação destes em estabelecer relações entre os conteúdos trabalhados nas aulas e a identidade profissional, por exemplo. É comum que participantes dos grupos façam referência ao sentimento de insuficiência, o qual se refere a uma avaliação insuficiente do que produzem, se comparada ao que entendem que precisariam aprender para desenvolver seu futuro papel profissional. Na mesma direção, têm nos apresentado angústias geradas pela impossibilidade da convivência diária com seus pares, tornando-os conscientes da importância das interações sociais presenciais para a satisfação e motivação no desempenho deste papel.

A relação com o próprio corpo parece diferente, nos dizem. De tanto ficarem sentados, invisíveis por trás de câmeras desligadas, como “orelhas coladas a um cérebro gigante”, sentem-se como que desligados de uma gestualidade própria, da possibilidade de rabiscar com traços seus, ideias disponibilizadas em diferentes fóruns, sobre as quais muitas vezes professores têm a expectativa de que sejam comentadas por colegas, na esperança, talvez, de que assim haja trocas entre estudantes.

O exercício de mediar as vivências grupais a partir do método sociodramático, desenvolvido originalmente por Jacob Levy Moreno, tem nos proporcionado formas de encontro que diminuem o mal estar provocado pelo distanciamento e pelo cansaço das telas, mas exercer esta atividade acadêmica que marca a finalização do nosso próprio processo formativo em Psicologia na modalidade remota, também nos tem feito refletir muito acerca do “antes” e do “depois” da pandemia no desenvolvimento do nosso próprio papel. O fato de compartilharmos a mesma situação existencial tem possibilitado uma vinculação autêntica e espontânea com o grupo, ao mesmo tempo que exige um esforço reflexivo e analítico maior.

O fato de compartilharmos uma afiliação teórica que nos possibilita desenvolver este papel alinhando ação e reflexão na busca por significações comuns têm nos mostrado a importância de tratar de temas emergentes em contextos educacionais e de escolarização numa perspectiva não psicologizante, situacional e histórica. Faz-se necessário no atual momento, atualizar expectativas, vinculá-las a projetos de futuro que incluam e superem formas de compreensão de si baseadas em abstrações idealizadoras e racionalizações descontextualizadas.

 Constituir grupos nos quais os membros vinculem-se formando comunidades de aprendizagem para o desenvolvimento de papéis que atendam de forma crítica e consciente às mudanças exigidas por situações emergenciais e de crise, nos parece ser uma alternativa metodológica, ética e estética interessante e inovadora no campo da psicologia escolar e educacional.

Referências

Bisinoto, C., & Marinho-Araújo, C. (2014). Sucesso acadêmico na educação superior: Contribuições da psicologia escolar. Revista E-Psi, 4(1), 28-46.

Coulon, A. (2017). O ofício de estudante: a entrada na vida universitária. Educação e Pesquisa, 43(4), 1239-1250. https://dx.doi.org/10.1590/s1517-9702201710167954

Moreno, J. L. (1975). Psicodrama (2a edição). São Paulo: Editora Cultrix

[1] Estagiárias na ênfase Psicologia Escolar e Educacional do curso de Graduação em Psicologia da UFSC, sob supervisão acadêmica da Profª Drª Denise Cord e da Psicóloga Educacional atuante no campus da UFSC em Araranguá, Iclícia Viana.

 

#Ficaadica: Docentes do LAPEE promovem projeto de acolhimento na UFSC

19/08/2021 10:31

O Projeto Acolhe CED visa promover Atenção Psicossocial em Educação e Saúde aos(às) estudantes da UFSC. A proposta é criarmos uma roda de conversas virtuais, mediada pelos/as professores/as Marta Corrêa de Moraes (CED), Rogério Machado Rosa (CED) e Maria Fernanda Diogo (CFH).
Quem pode participar? Preferencialmente – estudantes matriculadas/os nos cursos de Licenciatura da UFSC, no curso de Psicologia e nos cursos ofertados pelo Centro de Ciências da Educação (CED/UFSC) – na Graduação e na Pós-Graduação.
Quando será o próximo encontro? Dia 26 de agosto de 2021, quinta-feira, às 19 horas.
Onde será o encontro? Durante a pandemia, nos encontraremos na sala virtual: https://meet.google.com/ysr-xfnj-ctp – Importante: só será permitida a entrada com até 15 minutos de tolerância.

Ficou com dúvida? Escreva para acolheced.ufsc@gmail.com.

Venha acolher e ser acolhido! Participe!
Att., Professores/as Marta, Rogério e Maria Fernanda

 

PRÉ-INSCRIÇÃO

11/08/2021 13:10

É com muita alegria que abrimos a pré-inscrição para a “Formação Continuada Psicologia Escolar e Educacional na Contemporaneidade”.

Público alvo: Profissionais da Psicologia que atuam em contextos educativos e de escolarização em Santa Catarina.

Serão 60 vagas distribuídas de acordo com as mesorregiões do estado.

Período do Curso: 31 de agosto a 05 de dezembro de 2021 (14 semanas).

Modalidade à distância.

Sobre a metodologia da formação e cronograma das atividades, acesse aqui: https://lapee1.paginas.ufsc.br/formacao-continuada-de-psicologasos/

PRÉ-INSCRIÇÃO ATÉ O DIA 15/08/21 (domingo) – via formulário online: https://forms.gle/RFFn8ZaQfvUsphXP8

Inscrições prorrogadas até 18/08 e agora abertas para profissionais de outros estados que atuam em contexto educativos e de escolarização!

Tags: formação continuadainterseccionalidadepsicologia escolar

O papel da escola na proteção de crianças e adolescentes

09/08/2021 11:43

Iramaia Ranai Gallerani [1]

 

A escola é um espaço que tem como objetivo o desenvolvimento de crianças e adolescentes, a partir da convivência com os pares e o compartilhamento de vivências e saberes. Nesse contexto, a realização de ações voltadas para a proteção e garantia de direitos é fundamental à construção da identidade dessa população, em meio aos processos educativos.

Quando falamos em violências, o trabalho na escola prescinde de um olhar sensível no reconhecimento de sinais e sintomas físicos ou psicológicos, que podem indicar situações de violação de direitos. Ter uma postura acessível, disponível ao diálogo e atenta àquilo que a criança ou adolescente precisa, é essencial. As relações de confiança se estabelecem justamente a partir da construção de vínculos pautados no respeito, na empatia e no acolhimento. Abertura para ouvir o outro se manifestar em liberdade sobre situações que trazem sofrimento envolve validar e reconhecer sentimentos (que muitas vezes podem ser ambíguos), assim como perceber necessidades de proteção (BRASIL, 2017).

Para que esse trabalho seja feito, as/os profissionais que atuam na escola devem se despir de crenças e ideais (de infância, adolescência, velhice, masculinidade, família, casamento, etc.) que podem ser excludentes e produtores de sofrimento, de modo a acolher a realidade que se apresenta, sem julgamentos ou imposições. Cabe, ainda, uma atitude de psicoeducação em violência, a partir da qual crianças e adolescentes conseguem identificar ações que ultrapassam limites na relação com seu corpo. Esse processo inclui discutir gênero e diversidade na escola, pois ao saber acerca dos diferentes estereótipos e papéis sociais que nos constituem, quais são os limites em relação ao seu corpo e sobre as diferentes relações, crianças e adolescentes podem se proteger de forma mais efetiva e agir de modo mais respeitoso diante das escolhas do outro e de si. Infelizmente, temos uma sociedade que possui uma estrutura que naturaliza violências e é excludente quanto às diferenças, e isso precisa mudar.

No cotidiano escolar, qualquer profissional está sujeita/o a receber uma revelação espontânea sobre uma situação de violência, por esse motivo, crianças e adolescentes precisam ter um espaço aberto de fala, ter pessoas ao seu redor que prestem atenção aos mínimos sinais de mudança comportamental e saber com quem contar em uma situação de risco. Nesse momento de revelação, nos compete a escuta e o mínimo de intervenção ao que é dito, de forma a não causar constrangimentos ou sugestionar o relato. O importante é que todos os atores desse espaço de atenção à infância e adolescência estejam devidamente qualificados para prestar seu apoio e suporte, e não incorrer em violência institucional, ou seja, não devem realizar a exposição a atos invasivos, desnecessários ou que levem à repetição da violência sofrida. O zelo pelas informações compartilhadas com as/os profissionais, a comunicação efetiva com a rede e a orientação das crianças e adolescentes sobre seus direitos, assim como a seus pais ou responsáveis, é fundamental. Vale lembrar que os sujeitos envolvidos em situação de violência devem ser incluídos nos processos decisórios que lhes dizem respeito, que seus desejos e necessidades sejam levados em conta, de maneira a fazer sentido para sua realidade.

Cabe ressaltar que ações realizadas na escola devem ultrapassar os seus muros, isto é, envolvem também as comunidades. Quando as mesmas são marcadas pela violência e opressão, uma série de fatores estão envolvidos nesse trabalho, como a identificação e análise de como as pessoas percebem as situações vividas; a forma de organização das redes de apoio afetivo e social, com foco na família, a escola e a comunidade; realização de ações que ultrapassem o âmbito individual, na compreensão do desenvolvimento humano situado social e historicamente; e um olhar apurado para as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de crianças e adolescentes (GUZZO, 2016).

Faz-se necessário, portanto, um olhar integral do sujeito e sua realidade, o que inclui os diferentes marcadores sociais, como gênero, cor da pele, etnia, condição socioeconômica, escolaridade, região do país em que vive, orientação sexual, deficiências, entre outros que possam afetar o seu desenvolvimento ou, ainda, ser obstáculo ao acesso a direitos, tendo em vista questões estruturais como racismo, machismo e LGBTfobia.

Enquanto responsabilidades normativas, o Decreto 9.603/2018 (regulamenta a Lei nº 13.431/2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência), nos indica que cabe às redes de ensino implementar programas de prevenção às violências, de forma a contribuir no enfrentamento de vulnerabilidades que possam prejudicar o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes. Além disso, diante da suspeita ou confirmação da ocorrência de violência, ou frente a revelações espontâneas de situações de violência, é imperativo que o profissional de educação realize o devido acolhimento, informe os envolvidos sobre seus direitos e formas de denúncia ao Conselho Tutelar e autoridade policial, realize os encaminhamentos que se fizerem necessários e, por fim, comunique o fato ao Conselho Tutelar. Essas são importantes ações de proteção.

Seja na escola ou quaisquer outros espaços de atenção a crianças e adolescentes, todas/os somos responsáveis pela proteção dessa população, seja no combate à violência, em ações de prevenção, na reparação de direitos ou no cuidado em relação aos danos provocados pela vivência de situações de violência.

Referências

BRASIL, Ministério dos Direitos Humanos, Secretaria Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes. Parâmetros de Escuta de Crianças e Adolescentes em Situação de Violência. Comissão Intersetorial de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. 2017. Link de Acesso: http://primeirainfancia.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Parametros-de-Escuta.pdf

BRASIL. DECRETO Nº 9.603, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2018. Regulamenta a Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. Link de acesso: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2018/decreto-9603-10-dezembro-2018-787431-norma-pe.html

GUZZO, R. S. L. Risco e proteção: análise crítica de indicadores para uma intervenção preventiva na escola. In: FRANSCHINI, R.; VIANA, M. N. Psicologia Escolar: que fazer é esse? Conselho Federal de Psicologia. Brasília: CFP, 2016.

[1] Iramaia Ranai Gallerani é psicóloga (CRP-12/14108), Especialista em Psicologia Clínica, Pós-graduada em Impactos da Violência na Saúde (FIOCRUZ). Mestranda em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (UFSC), sob orientação da Profª Drª Denise Cord. Ministra cursos de qualificação sobre escuta especializada de crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência, bem como de atenção a mulheres em situação de violência doméstica. Psicóloga Clínica com enfoque em violência intrafamiliar, colaboradora do Grupo Interinstitucional de Santa Catarina sobre a Escuta Protegida de Crianças e Adolescentes Vítimas e Testemunhas de Violência, e Psicóloga Assistente Técnica no Conselho Regional de Psicologia – 12a Região, junto à Comissão de Ética (COE).

 

#Ficaadica: VII Encontro Questão Indígena e Educação

02/08/2021 07:54

O Museu do Índio convida você para o VII Encontro Questão Indígena e Educação, que ocorrerá entre os dias 20 e 21 de agosto. A sétima edição do encontro terá como temática “O protagonismo indígena no contexto da pandemia”.

Contaremos com a presença de Shirley Krenak, Gersem Baniwa, Luiz Eloy Terena, Ana Lúcia Pontes, Edson Baré, Cuerrete Waritirre e Laerte Tapirapé que analisarão o contexto pandêmico e seus impactos sobre os povos originários, destacando o protagonismo indígena e as ações empreendidas no enfrentamento da Covid-19.

INSCRIÇÃO: https://forms.gle/d8RmUqQqVJtWEn349